domingo, 5 de julho de 2009

Like ones and twos and threes and fours!

AHÁ! =D
Vim aqui por SETE motivos:

- Primeiro para anunciar oficialmente que minha internet voltou. Sim!! \o/ Até soltaria fogos para comemorar, se não fosse o fato que não agüento mais ouvir rojões desde que o curintia ganhou a copa na quarta, e de repente me senti em plena guerra do Vietnã. Poderia soltar “biribinhas”, se não tivesse gasto todas em cima do meu primo. Por fim, aquelas bombas caseiras não seriam uma má idéia, mas lembrei que gastei as bombas em um certo banheiro! oO Então, fica aqui o meu uhul feliz: UHUL :D!

- Segundo para garantir a vocês: Vida sem internet é uma bosta! Só quem já ficou sem internet sabe da dor que senti. Tirando os dias que saí de casa para fazer um bolo de limão, comer cereal da Hanna Montana e assistir um anime aleatório, fui condenado a passar tardes no meu quarto trancado, ouvindo meu best of do Radiohead, entoando junto com o Thom Delícia o refrão “but I’m a Creep”, enquanto fitava com raiva meu computador desligado, xingando mentalmente a mãe de todos funcionários da telefônica (se o seu pai é funcionário da telefônica, peço perdão desde agora por ter xingado sua vó).

- Terceiro para agradecer os elogios do Flit. Bom, fiquei sem internet desde aquele dia e não pude fazer um “agradecimento oficial”, então aqui está: Obrigadoooo a todos que assistiram (com muita paciência porque demorou pacas), a todos os atores que dividiram a coxia comigo (dentre eles só o Danilo vai ler isso, mas enfim), a todos que me elogiaram e gostaram da parte da peça que escrevi, do mágico de Oz. Vocês não podem imaginar a felicidade que me vinha a cada coisinha que me falavam! Vocês que são demais! Obrigado papai do céu que me fez decorar todo aquele bando de fala do machado em dois dias! =P

- Quarto: esse é especial para xingar o Speedy, a Telefônica, e todos os comparsas dumal que me tiraram a internet duas vezes! Quero que todos vão para a pqp! u_u

- Quinto para dizer, MEU, SHOW DO THE KOOKS BOM DEMAAAAIS! O Luke exorbita no palco, o Paul é O bateirista, e o Hugh é muito feio, mas toca muito! *-* Uma garota histérica atrás de mim me deixou surdo do ouvido esquerdo. Foi de propósito, eu sei... só porque eu estava na GRADE e ela não! MUAHMUAH

- Sexto para mandar um beijo para todos! E isso prova que eu não tenho mais o que escrever! =D

- Ah sim, em sétimo e último lugar, deixo um gráfico que encontrei em um blog aleatório, muito plausível e coerente com o momento:


*O primeiro post que existe por sete motivos e mesmo assim não tem utilidade alguma!
** Título aleatório como o post. Trecho de "Time Awaits" - kooooks! *-*

terça-feira, 30 de junho de 2009

Querubim

Avistei aquela estranha criatura e permaneci imóvel, inexpressivo, enquanto lentamente ela se aproximava de mim. Suas asas refletiram um brilho intenso em meu rosto, luz provinda de lugar-algum. Pequeno e de aparência pueril, apontou seu dedo indicador gordo para mim, e riu. Por uma duração de aproximados dois minutos, ele riu. Permaneci imóvel, inexpressivo. Por fim, disse com sua voz debochada de criança:
– Você não nasceu para o amor!
E deu de costas para mim. Partiu para lugar-algum, rindo. Permaneci imóvel e inexpressivo. Mas não pude evitar de sentir uma lágrima quente e ardida escorrer por meu rosto. Queimou-me em seu trajeto, e terminou em meus lábios, que frios como o gelo, sentiram o gosto da derrota.

[Arte do Album] 01 - Heaven

Vou começar a divulgar aqui meus trabalhos de design para capas de albuns de cd's!
Não me perguntem o que é "mtg", é só uma sigla aleatória que coloquei para representar o nome da banda! =P
Um beijo pra todos! =D

terça-feira, 16 de junho de 2009

Com a pseudo-revelação

Mas diga sinceramente... você ainda sente algo por ela, não é mesmo?

– Não é verdade...

Alice inclinou a cabeça e me encarou com um olhar que gritava claramente um “eu não acredito em você”. Dei de ombros, já fazia um bom tempo que não me levavam a sério quando falávamos sobre isso.

– Você não está sendo sincero! – Continuou ela, que tentava demonstrar segurança em seu julgamento, como se isto bastasse para funcionar como uma verdade absoluta – Clark, você a amou por todo esse tempo, só não quer falar que ainda gosta dela por orgulho, para mostrar uma pseudo força, e dizer que conseguiu esquecê-la!

Percebi então que nada a calaria, exceto se eu levasse à discussão argumentos para mudar sua opinião. Por um momento pensei em simplesmente exclamar um “você está certa” e partir para a lanchonete mais próxima, meu estômago clamava por comida. Mas resolvi valorizar a opinião dela, e dessa forma lutar para que ela mudasse sua postura. Ela não estava exatamente errada, devo confessar que não é fácil extinguir o amor não correspondido que sente por alguém. Mas eu estava lutando contra isso, e se pouco me engano sobre mim, estava conseguindo vencer. Coloquei as mãos no bolso como um hábito meu, encarei as árvores ao meu redor, passeei o olhar pelo céu, e os recaí sobre a face pálida e bela de Alice, que mantinha sua postura séria e intimidadora, encarando-me com as mãos na cintura.

– Bom... – Foi como comecei minha fala, tal expressão parecia me ajudar a decodificar e dizer o que penso da melhor forma possível – Procurei por todo esse tempo uma alternativa para esquecê-la... E descobri que a cura para um amor não correspondido é um novo amor. Se for isso que deseja que eu diga, tudo certo, eu digo que ainda sinto algo por ela. Mas agora creio estar conseguindo amar outra pessoa, e por isso posso afirmar que estou a esquecendo. Assim me sinto bem.

As palavras não foram disparadas como um turbilhão de pensamentos, pelo contrário, havia conseguido falar com calma e coerência, e Alice parecia espantada com minha resposta um tanto racional. Na verdade, até eu me encontrava assustado com o que falara. Ela pediu sinceridade e recebeu a minha mais franca resposta.

– Uau. – Exclamou ela, enquanto esfregava uma mão na outra, olhando para seu próprio pé, possivelmente formulando a continuação de sua expressiva reação monossilábica – Então... eu poderia saber quem é a pessoa que está amando?

Confesso que esperei – em poucos segundos – diversos tipos de reação que ela poderia ter, que variavam desde discursos moralistas a um abraço para provar que me apoiava. No entanto, isso eu não esperava. Recuei dois passos, como se a pergunta tivesse uma força de repulsão sobre mim.

– Mas Alice... eu... nossa, eu.. Alice!

Eu tinha a consciência que soltava palavras sem nexo, e minha voz hesitava. Alice riu prazerosamente, parecia que aguardava um momento de vulnerabilidade minha desde o início de nossa conversa.

– Clark, você é meu amigo há muito tempo, sabe que pode confiar em mim! Vá logo, me conta! Quem anda tomando posse de seus pensamentos e de seu coraçãozinho fofo agora, hein? – Disse ela, com uma malvadeza pueril que só se pode encontrar na Alice.

Olhei para os dois lados, e prendi minha atenção a um pássaro que se atirava dentre os galhos de uma pequena árvore. Talvez eu não tenha uma explicação coerente e plausível para isso, mas naquele instante ele me ajudou a encontrar em minha cabeça uma resposta sagaz, que muito bem servia como uma válvula de escape.

– Você, Alice! Estou conseguindo esquecê-la porque estou me apaixonando por você agora. – Eu disse, com a expressão mais séria que pude explorar em minha face.

– Oh.

Alice empalideceu. A garota, muito branca já de natureza, lembrava agora o branco do gelo encontrado no pólo norte. Percebi também que não respirava, e seus olhos - mais abertos que os de costume - encaravam meu rosto. Embora a relatividade do tempo não me permita ser preciso agora, imagino que se passaram uns dez segundos onde me contive friamente para não rir daquele semblante espantado dela. Mas não resisti, e me desmanchei em risos, rindo alto.

– Essa foi boa, confessa? – Eu disse entre os risos, apoiando-me no ombro de Alice, enquanto inclinava minha cabeça para rir.

Aos poucos a respiração de Alice voltava. Junto com ela, poucas risadas sem graça vinham, enquanto a garota começava a tentar esboçar as primeiras palavras após o choque.

– Mas você, hein? – Disse ela pausadamente, balançando a cabeça em sinal de negação, apontando o dedo para meu rosto – Assim, você me mata!

– Foi uma brincadeira, Alice, uma inocente brincadeira. – Conclui, dando três ou quatro passos para trás. – Bom, tentarei evitar morrer de fome agora, vou me alimentar de algo! A gente se encontra mais tarde?

Ela demorou para responder. Ainda não havia se recuperado totalmente da brincadeira.

– Ah, claro. Eu te procuro no jardim.

E com um aceno me despedi dela. Alice continuou parada dentre as árvores, e não parecia disposta a se mexer. Pensei se não havia exagerado na brincadeira, se de repente aquilo ia contra as leis morais de relacionamentos. “Não, foi a melhor saída, ela jamais poderia saber de quem gosto!” - tentei me convencer.

Mas naquele dia mal conseguia dormir. Com o rosto colado no travesseiro, apenas me passava na cabeça que Alice sentia-se frustrada por algum motivo. Que seu sorriso sem graça seria apenas o fruto da decepção de uma brincadeira que poderia ser verdade.

“Ah, que tal calar esses pensamentos, seu megalomaníaco?”, briguei comigo. E por fim, fui derrotado pelo sono.

domingo, 7 de junho de 2009

Encontrei por aí... [2]


"E depois dessa rodada... Strip Poker! =D"

domingo, 24 de maio de 2009

Cartazes na rua! '-'

Campanha:

"LARGUEM AS COISAS TENSAS EM CAIEIRAS"

e deixem o biel em paz! ._.

T_T

sábado, 16 de maio de 2009

Agradecimentos do WLGD! =]

Enfim, acabou. Por um pouco mais de dois meses, vocês viram meu blog com uma aparência diferente e com posts de carga depressiva e poética. Quem me conhece sabe bem, não escrevi “when light goes down” para me promover, sem intenções de que se tenha sido palavras bonitas nulas para dizerem que escrevo bem. Não. Escrevi wlgd por uma necessidade, talvez não tão fácil de ser compreendida, mas se apropriando de um clichê, daquela necessidade de exprimir a onda de sentimentos que pulsavam em meu interior.
Mas garanto que eu mesmo me perdi na funcionalidade dos textos. Eu mesmo me perguntava com quais objetivos os publicava. Havia vezes que afirmava ser um texto direcionado a ninguém, para pessoa alguma ler, mas em certos períodos tudo que eu gostaria era que alguém o lesse. E se eu sabia que nada iria mudar, por que continuar escrevendo? Faço poemas que não são publicados, e eles suprem minha necessidade de escrita, então, para que textos simbolistas feitos à publicação? Eram quase questões existencialistas, e a qualquer momento eu estava disposto a desistir de “when light goes down”. Mas sabia que havia gente que acompanhava os textos, e embora não gostavam do meu blog (e de mim) depressivo, ao menos diziam gostar dos textos. Como uma música triste e depressiva, ninguém gosta de estar dessa maneira, mas se é para estar, que seja embalada por uma triste melodia que lhe traz um certo prazer melancólico dentro desta desconfortável situação.


E para quem leu meus textos por este período, dedico isso tudo. Agradeço e dedico para amigos como a Gabee, que em momento algum saiu do meu lado, sempre se esforçando para fazer o máximo por mim, arriscando perder coisas apenas para me fazer bem, ou tentar me ajudar em determinada situação. Gabee, você é de valor incontável para mim. Ao Danilo, que sempre leu meus textos atenciosamente, e dispunha de seu tempo para “analisá-los” e discuti-los comigo no msn, sempre com palavras / opiniões sensatas e sinceras, que me acalmavam e me ajudavam em qualquer ocasião. À Julia, que chegou com as palavras certas, no momento certo (não, eu não esqueci aquele almoço seu perdido para conversar comigo, viu?). Tati, minha pequena altruísta, meu agradecimento sincero também por essa pessoa que se importa tanto com os outros, das quais tenho a sorte de dizer que me incluo. Ao Belcha, que embora tenha aparecido para os capítulos finais, mostrou sua vontade imensa de ajudar, sentiu dores por mim, meu agradecimento mais sincero. Henrique, valores não são perdidos, meu profundo obrigado por tudo, e sim, eu terminei no seu cabalístico número treze, como atenciosamente notou. À galerinha do Cake, que jamais irá ler isso, mas não importa, família é família. Um agradecimento à musica e ao simbolismo, elementos que me apropriei para a realização dos textos. Por fim, meu agradecimento à Dani, combustível de minhas palavras, aquela pela qual prendi minha respiração e pensamentos, the angel from my nightmare. Para alguém tão especial, dedico também toda esta parafernália poética; nada mais justo, certo?


Fazer agradecimento e dedicações após terminar algo faz parecer o que escrevi muito importante, como se finalmente tivesse finalizado uma obra histórica. Não, essa não é a intenção. De repente, só precisava constar que havia muita gente do meu lado neste período, e este reconhecimento é o mínimo que posso fazer por elas. O que fiz está longe disso. Como Almada disse, “não é auto-ajuda, apenas minha história”. Apenas mais uma história da vida, de várias que aconteceram e estão para acontecer. Vocês me ensinaram a brincar no escuro, obrigado.


Para que saibam, estou super bem, não pude evitar o fim desesperadamente depressivo da série, mas após virar a última página do livro e fechá-lo, há um novo esperando por leitura, e quem sabe o que o destino prepara? Quem sabe um livro com luzes, sorrisos e felicidade, sim? As luzes se apagaram, e muita gente esteve lá, com suas lanternas, velas e isqueiros acesos por mim. Agora que podem me enxergar, notem meu sorriso de sincera alegria e gratidão por vocês. :)


Bibs.